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COMO “CONSTRUIR” A VACA IDEAL

O objetivo de qualquer produtor rural é obter lucro com sua atividade e, no leite, não é diferente.

O que interessa para o produtor é ter uma vaca eficiente, produtiva, com alta capacidade de transformar alimentos em leite, com boa saúde, persistência de lactação com  bons níveis de produção, reprodução adequada (um parto a cada 12 meses) e adaptada ao sistema de produção de forma sustentável e economicamente compensadora.

Ou seja, uma vaca que produza bem com boa saúde, longeva (vida produtiva longa) e que de lucro.

Para produzir mais e melhor, o rebanho leiteiro precisa, antes de tudo, ter uma boa genética combinada com um manejo adequado com boa alimentação, sanidade e conforto.

È possível fazer melhoramento genético do rebanho através da incorporação de genes para melhorar as  características desejáveis para maior a produção de leite.

O melhoramento genético é um instrumento que tem o objetivo de aumentar a produtividade do rebanho para gerar mais lucro para o produtor.

Os recursos disponíveis para promover o melhoramento genético do rebanho são: seleção e os programas de acasalamento.

– Seleção
Seleção é o processo de escolha que vai indicar as melhores matrizes (vacas) e os melhores reprodutores (touros/sêmens) escolhidos para serem os pais da próxima geração. A seleção, além de fundamental para a melhoria do rebanho, tem de ser componente essencial em um programa de acasalamento. 

– Programas de Acasalamento: A correção das imperfeições genéticas, ou seja, melhoria das características de produção do rebanho bovino pode ser feita através de programas de acasalamento realizados pelas centrais de inseminações, em que cada vaca é estudada (avaliada 16 características lineares), e seus defeitos, do ponto de vista da produção de leite são pontuados para serem corrigidos nas gerações futuras.

O acasalamento corretivo, como é chamado é a forma mais eficiente do que o acasalamento aleatório, aquele feito sem critérios de seleção, para obter o progresso genético do rebanho. Pois ele determina em função dos resultados da avaliação e do plano genético traçado, quais fêmeas serão utilizadas para cada touro melhorador indicado pelo programa.

Devido ao interesse em melhorar características específicas, o acasalamento aleatório torna-se inapropriado, pois não há controle na utilização do touro que seja ideal para uma determinada vaca, desta forma não otimiza o ganho genético e, consequentemente, a melhoria dos índices de produtividade.

Os programas de acasalamento corretivo propõem as combinações com base no pedigree e na classificação das características lineares de cada fêmea, e os valores genéticos dos touros, reduzindo assim os problemas causados pela endogamia, propagando genes desejáveis no rebanho e garantindo o progresso genético.

Acasalamento corretivo nada mais é do que a escolha de um touro/sêmen capaz de corrigir/melhorar algum defeito genético ou característica de produção em uma determinada vaca. Exemplo problemas de úbere, corrigindo-se, assim, o problema nas gerações futuras.

O objetivo de realizar  acasalamento do rebanho é gerar progresso genético, ou seja ter animais geneticamente superiores que produzam mais e com mais qualidade que contribuam para aumentar a lucratividade da propriedade.

Melhoramento genético de gado leiteiro, com maior velocidade de ganho genético (progresso genético) é, portanto, a possibilidade de selecionar vacas equilibrados, que combinam alto potencial produtivo, conformação funcional adequada e boa saúde. São essas vacas que geram mais lucros, melhor qualidade de vida ao produtor e maior viabilidade econômica nas propriedades.

Portanto, melhoramento genético é investimento, visto que os ganhos genéticos são cumulativos e o progresso é permanente.

IMPORTANTE:

Além do potencial genético, é necessário se ater às condições de manejo com boa alimentação, sanidade e conforto, se essas não forem adequadas o animal (a vaca) não expressará todo o seu potencial genético, ou seja, para que o animal seja produtivo deverá ser bem manejado para que as condições de criação não interfiram de forma negativa na sua produtividade.  Sem genética, não há boa produção e sem melhorias nas condições de manejo, não há resposta ao melhoramento genético. Ou seja, para que a vaca expresse todo o seu potencial genético, é preciso um bom manejo nutricional, sanitário e conforto.

O GMS® (Sistema de Manejo Genético), considerado o melhor programa de acasalamento de vacas leiteiras, fornece ferramentas (informações) eficientes para que o produtor de leite consiga atingir suas metas em produção, genética e lucratividade. O programa oferece recomendações mais favoráveis e sólidas de acasalamento para obter maior rentabilidade pelo aumento das médias de produção do rebanho, maior longevidade e crias superiores.

Os serviços de acasalamentos realizados com a ferramenta GMS visa promover junto aos produtores os benefícios do melhoramento genético, levando em consideração o manejo da propriedade, a alimentação disponível, sanidade, o ambiente onde os animais se encontram e, principalmente, identificar dentro do rebanho as melhores vacas (matrizes) para serem mães da próxima geração acasalando com touros superiores/melhoradores promovendo assim o progresso genético do rebanho como um todo.

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